CALL FOR PAPERS XX Congresso Internacional das Jornadas de Educação Histórica

Entre os dias 27 e 29 de julho de 2020, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, realiza-se o XX Congresso Internacional das Jornadas de Educação Histórica.

Entre os dias 27 e 29 de julho de 2020, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, realiza-se o XX Congresso Internacional das Jornadas de Educação Histórica.

Expresso Opinião: HCD – a nova disciplina de História

A verdade histórica não existe per si, já que o conhecimento histórico, como o de qualquer outra área científica, está em constante reatualização.

A verdade histórica não existe per si, já que o conhecimento histórico, como o de qualquer outra área científica, está em constante reatualização.

Plano de Formação 1º Trimestre 2020

Encontra-se disponível a formação relativa ao 1º Trimestre de 2020.
Aceda aqui à informação referente às ações de formação e às datas limites para inscrição nas mesmas.

Encontra-se disponível a formação relativa ao 1º Trimestre de 2020.
Aceda aqui à informação referente às ações de formação e às datas limites para inscrição nas mesmas.

Al Jazeera, “The Stream”

Participação do Presidente da APH em debate sobre o Colonialismo

Participação do Presidente da APH em debate sobre o Colonialismo

Visita de Estudo ao Líbano

4 a 12 de abril de 2020
Inscrições até ao dia 25 de outubro de 2019

4 a 12 de abril de 2020
Inscrições até ao dia 25 de outubro de 2019

Nova disciplina anual: HISTÓRIA, CULTURAS E DEMOCRACIA (HCD)

HISTÓRIA, CULTURAS E DEMOCRACIA (HCD) é nova disciplina anual, optativa, destinada aos alunos dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas e de Artes Visuais do Ensino Secundário.

HISTÓRIA, CULTURAS E DEMOCRACIA (HCD) é nova disciplina anual, optativa, destinada aos alunos dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas e de Artes Visuais do Ensino Secundário.

Portugal ganha EUSTORY Ibéria

Vencedores portugueses:
Ana Matilde Reis e João Pedro Félix Costa. Primeiro e terceiro prémios respectivamente. MUITOS PARABÉNS!

Vencedores portugueses:
Ana Matilde Reis e João Pedro Félix Costa. Primeiro e terceiro prémios respectivamente. MUITOS PARABÉNS!

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A APH deseja estar mais próxima de quem se interessa por História.
A renovação do site APH e a criação de uma newsletter para o público em geral inscrevem-se nessa meta.
Consulte e partilhe o nosso site e Facebook junto daqueles que gostam de História.
Deseja manter-se informado sobre as atividades da Associação de Professores de História?
Deixe-nos o seu contacto, subscrevendo a nossa newsletter!

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Aluna Portuguesa Vence o 1º prémio na 12ª Edição do Concurso de História para Jovens «Eustory»

Ana Matilde Reis, de 15 anos de idade, aluna na Escola EB. 2, 3 Cardoso Lopes, na Amadora, e a sua tutora, professora de História Ana Sofia Pinto, venceram a 12.ª Edição do Concurso Eustory subordinado ao tema “Transição Política”.

Ana Matilde Reis, de 15 anos de idade, aluna na Escola EB. 2, 3 Cardoso Lopes, na Amadora, e a sua tutora, professora de História Ana Sofia Pinto, venceram a 12.ª Edição do Concurso Eustory subordinado ao tema “Transição Política”.

I Encontro de Educação em Cantanhede – “Construir Caminhos”

Rádio Onda MM e Diário de Coimbra – julho 2019
“Não cortem nas disciplinas de Ciências Sociais e Humanas, nomeadamente, na disciplina de História, pois um povo sem memória é um país doente”

Rádio Onda MM e Diário de Coimbra – julho 2019
“Não cortem nas disciplinas de Ciências Sociais e Humanas, nomeadamente, na disciplina de História, pois um povo sem memória é um país doente”

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Vale a pena ser sócio da APH?

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Notícias

Atividades

O Nacional-Socialismo, a Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e Portugal

Formadora: Cláudia Ninhos
Local: Sede APH – Lisboa
Curso de Formação: 25 h
Datas: 13, 14, 20 e 21 de março 2020
Horário: Sextas-feiras das 14h às 19h e sábados das 9h 17.30h
Prazo limite de inscrição: 28 fevereiro de 2020
Releva para efeitos de progressão na dimensão científica e pedagógica – Grupo 400
Registo de acreditação: CCPFC/ACC – 102891/19

Custo da ação: associados: 85€; não associados: 115€ Prazo limite de inscrição: 28 de fevereiro de 2020

Mais informações

Liberalismo: caciquismo, cidadania e participação política no Portugal oitocentista

Formador: Nuno Pousinho
Local: sala 201, CITCEM-FLUP, Porto
Curso de Formação: 25 h
Datas: 28 e 29 de fevereiro e 13 e 14 de março
Horário: Sextas-feiras das 14h às 19h e sábados das 9h às 17.30
Prazo limite de inscrição: 21 de fevereiro de 2020
Releva para efeitos de progressão na dimensão científica e pedagógica – Grupos 200 e 400
Registo de acreditação: CCPFC/ACC – 105718/19

Custo da ação: associados: 85€; não associados: 115€

Mais informações

Fortificação no mundo português da época moderna

Formadora: Margarida Tavares da Conceição
Local: Sede APH – Lisboa
Curso de Formação: 16 h
Datas: 11, 18 e 25 de Janeiro 2020
Horário: 11 e 18 de janeiro: 10h às 13h e das 14h às 17h;
25 de janeiro 9.30h às 13.30h (visita de estudo)
Releva para efeitos de progressão na dimensão científica e pedagógica – Grupos 200 e 400
Registo de acreditação: CCPFC/ACC – 103083/19

Custo da ação: associados: 60€; não associados: 85€ Prazo limite de inscrição: 6 de janeiro de 2020

Mais informações

A Iberia pré-romana: um “mosaico” de grupos, modos de ocupação e influências

Formadora: Andreia Arezes
Local: sala 201, CITCEM-FLUP, Porto
Curso de Formação: 12 horas
Data: 17 e 18 de janeiro de 2020
Horário: 10h às 13h e das 14h às 17h
Releva para efeitos de progressão na dimensão científica e pedagógica – Grupos 200 e 400
Registo de acreditação: CCPFC/ACC – 103787/19

Custo da ação: associados: 50€; não associados: 75€ Prazo limite de inscrição: 10 de janeiro de 2020

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APH nos Media

Public Debate in Portugal

Together with a small team, you have developed the newly introduced discipline “História, Culturas e Democracia” (History, Cultures and Democracy) to be taught by history teachers in Portugal. Why was it needed?

In our country, students at the medium level could finish the subject of history after 9th grade at the age of 14/15. They could not continue studying issues related to civic or history education unless they selected Social Sciences. For 20 years, APH and others wanted to change that.

There was a momentum of trying to launch a new discipline that could bridge this gap and make an additional offer for this group after João Costa became Secretary of State of Education four years ago. At APH, we knew Costa from the joint development of a new history curriculum for Portugal in the years 2016-2018 and perceived him as a person who really thinks “out of the box”. Early this year, I proposed the idea to him of developing something new, and he was interested.

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Novos velhos problemas – a propósito de algumas reacões à nova disciplina de História, Culturas e Democracia

Em teoria, o programa da nova disciplina, ainda que com imperfeições e pontos discutíveis, pode ser o primeiro passo de um processo fundamental na revalorização social do ensino da História: a insistência no questionamento e no método como a operação mais segura para formar melhores cidadãos, analiticamente mais capazes, e protegidos das ‘ideologias’ que os vários campos políticos se acusam mutuamente de querer inserir nas escolas.

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Opinião: resposta do presidente da APH a Fátima bonifácio

Nós e os Outros: os equívocos de Fátima

Em plena Revolução Francesa, entre 19 e 26 de agosto de 1789, a Assembleia Constituinte decide que o texto da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão deve ser discutido e votado artigo a artigo. Comemoram-se, este ano, exatamente 230 anos sobre esse acontecimento.

Fátima(1) Bonifácio, comentadora e historiadora, revela, num artigo publicado no jornal “Público”, no passado dia 6 de julho, uma enorme falta de consciência histórica, ignorante que mostra ser do passado de que é herdeira. Começa por afirmar que ciganos e africanos não partilham as mesmas crenças religiosas e valores morais dos restantes portugueses, já que nem uns nem outros descenderiam dos Direitos Universais do Homem decretados pela Revolução Francesa de 1789.
Como não, se a grande maioria dos ciganos e africanos são cristãos e comunicam em português? Como não, se uma das características dos ciganos é a sua adaptabilidade aos contextos locais. Alguém acredita que, passados 500 anos da sua instalação em território nacional, não se teriam aculturado? A outra língua que também usam para comunicar entre si, o caló, mistura à língua original, derivada do sânscrito, inúmeras palavras portuguesas e espanholas. Quanto aos africanos, comunicarem (também) noutras línguas – sejam elas os crioulos da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, o Umbundo, o Kimbundu, o Kikongo, o Nganguela, o Angone, o Citewe, o Macua, o Suaíli… – isso não os impede de partilharem os valores morais dos restantes portugueses. Tal como o facto de os imigrantes portugueses em França, nos EUA ou no Reino Unido comunicarem em português entre si não os impede de partilhar os valores morais da população desses países.
E o que dizer do argumento de que a causa dessa não partilha de valores se radica na não descendência dos Direitos Universais do Homem decretados pela Revolução Francesa? O que Fátima Bonifácio denomina Direitos Universais do Homem nada tem a ver com a Revolução Francesa. Deve querer referir-se à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, designação correta do documento votado em 2 de outubro de 1789 pela Assembleia Nacional Constituinte. A Declaração Universal dos Direitos do Homem é um documento adotado pela ONU em 10 de dezembro de 1948 que, como o próprio nome indica, sendo de aplicação universal, não contempla discriminações.
Quanto à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, podemos interpretá-la à luz de um contexto mais reduzido ou mais alargado. Se mais reduzido, as suas premissas destinar-se-iam apenas aos cidadãos franceses, o que encerraria a discussão – a ser assim, estaria automaticamente excluído quem o não fosse. Logo, também os portugueses não fariam parte do grupo dos eleitos. Se mais alargado, nada no documento aponta para a exclusão de determinados grupos, não existindo nenhuma referência a grupos étnicos.
Terminemos com uma citação de António Sérgio: “ousaremos perguntar desde já o seguinte: o pretender justificar-se pela unidade de raça não é coisa estrambótica perante a história num povo cujos processos de formação e expansão se caracterizaram sempre pela mestiçagem?”

(1) Nome próprio de origem árabe. Assim se chamava uma das filhas de Abul Alcacim Maomé ibne Abdalá ibne Abdal Mutalibe ibne Haxim, vulgarmente conhecido como Maomé.

Miguel Monteiro de Barros

Mais informações

A APH - Associação de Professores de História é uma associação científico‑pedagógica de professores de História de todos os ciclos e graus de ensino.

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