Notícias

Vencedores das Olimpíadas de História: 2023 / 2024

Vencedores das Olimpíadas de História: 2023 / 2024

As Olimpíadas da História são uma iniciativa da Associação de Professores de História (APH), em parceria com o CITCEM-FLUP. O professor Armando Oliveira da Comissão Diretiva Regional do Norte é o dinamizador da iniciativa. Com a sua aplicação pretende-se que os jovens reconheçam a importância do estudo da História para o desenvolvimento de competências analíticas que proporcionem leituras informadas e críticas do tempo presente.

Mais informações
The Bridging Gaps Award 2024

The Bridging Gaps Award 2024

We are glad to share information about a new activity that Körber-Stiftung and EUSTORY initiated together with THE CIVICS Innovation Hub:
We address NGOs across Europe, that have successfully implemented youth projects fostering unity in polarised societies. The award is endowed with 10,000 €.
Application deadline is 30 June 2024. The prize will be awarded at the NECE Festival, which takes place 14-17 November 2024 in Tirana, Albania.

Mais informações
“Holocausto: Memória, Educação e Cidadania”

“Holocausto: Memória, Educação e Cidadania”

A Direção-Geral da Educação dinamiza, em coorganização com o Mémorial de la Shoah, o Seminário Internacional sobre a Memória e o Ensino do Holocausto, no contexto do qual se realiza um curso de formação para professores de todos os grupos de recrutamento, de 15 horas, intitulado “Holocausto: Memória, Educação e Cidadania”, nos dias 2, 3 e 4 de maio de 2024, no Pequeno Auditório do Centro de Congressos de Aveiro.

Mais informações
Primeiro Webinar Sensei: Understanding Inclusion in Education

Primeiro Webinar Sensei: Understanding Inclusion in Education

Gostaria de criar um ambiente de aprendizagem inclusivo que atenda às diversas necessidades de todos os alunos? Está preocupado com a politização destas questões e gostaria de orientação? Quer seja um educador experiente ou esteja a iniciar-se na profissão, o nosso próximo webinar, “Compreendendo a Inclusão na Educação”, oferece orientações e estratégias práticas que o podem ajudar a melhorar os seus métodos de ensino.

Mais informações

Convocatória – Assembleia Geral

Nos termos dos Art.ºs 12º, 13º, 14º e 15º dos Estatutos da APH, convoco a Assembleia Geral da Associação de Professores de História para uma reunião ordinária a realizar na modalidade de videoconferência, no dia 23 de março de 2024, pelas 10 horas, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Aprovação do Relatório de Atividades de 2023
2. Aprovação do Relatório de Contas de 2023
3. Aprovação do Orçamento para 2024

Mais informações

Nota de imprensa

É já no próximo dia 3 de Fevereiro (sábado), pelas 18h00, que o Velho Cavalinho Taberna Medieval, em Castro Marim, inaugura o novo ciclo “Livros na Taberna (encontros com a História)”. A primeira sessão está a cargo do historiador algarvio Fernando Pessanha, através da apresentação de VRSA: cartografia de uma vila régia artilhada contra Ayamonte.

Mais informações

Já se fala de escravatura, mas os descobrimentos continuam a ser uma epopeia. Como os manuais escolares abordam um dos temas mais fraturantes da história de Portugal

Os manuais portugueses continuam a apresentar os descobrimentos em tom epopeico, que atingiu o auge no Estado Novo, mas agora assumem a escravatura como uma página negra da história de Portugal. Já a guerra colonial é apenas “uma passagem”. Uma conversa com Miguel Monteiro de Barros, presidente da Associação de Professores de História (APH).

Mais informações

A descolonização nos manuais de história continua por concretizar

A necessidade de realizar alterações ao sistema curricular prende-se com o que Miguel Monteiro de Barros chama de «manualização do ensino», ou seja, o facto de «as escolas começarem a considerar,não os programas como documento regulador das aprendizagens, mas os manuais». «Os manuais tornam-se programa», explicita. Esta prática está, segundo o responsável, na origem do curriculum overload [sobrecarga dos currículos], já que é resultado de um constante enriquecimento dos manuais escolares com recursos e conteúdos, feito pelas editoras para ganhar vantagens competitivas. «Como o mercado é livre em Portugal e há competição, eles vão introduzindo mais coisas, mais conteúdos, mais uma coisa aqui, outra ali para serem mais atrativos», explica o responsável que também é autor de manuais escolares. «Às tantas temos situações em que, dez anos depois, os professores nem sequer se lembram do que é realmente o programa.» Mas, se assim é, não deviam as AE ser mais específicas e restritivas, para limitar esse problema? «Considerou-se que tinham de ser um pouco abrangentes para poder caber um todo. Depois percebemos que quando as pessoas vão elaborar os manuais… se calhar isso tinha de ser muito mais clarificado. Mas muitos outros temas têm de ser muito mais clarificados», assume Marta Torres, docente de História, autora de manuais e membro do grupo de trabalho que elaborou as AE. É que a interpretação da matéria está sempre dependente dos autores dos manuais que têm «autonomia sobre a forma como as temáticas são abordadas», sendo os manuais posteriormente «certificados e avaliados por entidades independentes», conforme referido por Hélder Pais, da DGE. Seja como for, as mudanças que foram feitas são um fraco remédio para um problema que Miguel Monteiro de Barros e Marta Torres consideram ser mais complexo. «Para isso mudar radicalmente, tem de ser algo estrutural e nem sempre é em dois, três ou quatro anos. Aliás, as AE são de 2018. Houve uma resistência imensa e às vezes ainda há pessoas que ainda lecionam com [as antigas] MC», diz a docente. Além disso, o que é ensinado em sala de aula depende, em última instância do(a) professor(a), dos seus métodos de ensino, e da sua interpretação das AE. Este é um aspeto muito sublinhado pelos responsáveis que referem,assim, que cada docente pode sempre mencionar e aprofundar outros aspetos que considere relevantes.

Mais informações
Eleições APH

Eleições APH

Nos termos dos Art.ºs 26º e 35º dos Estatutos da APH, a Direção convoca a Assembleia Geral Eleitoral para o dia 5 de janeiro de 2024, das 11.00 às 16.00 horas, na sede da APH, para a eleição dos seguintes corpos sociais: Direção; Mesa da Assembleia Geral e Conselho Fiscal.

Mais informações

A APH - Associação de Professores de História é uma associação científico‑pedagógica de professores de História de todos os ciclos e graus de ensino.

Contactos Gerais

Telefone

(+351) 217 647 201
(chamada para rede fixa nacional)

Telemóvel

(+351) 964 952 357
(chamada para rede móvel nacional)

Email

secretariado@aph.pt