CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA MILITAR
1 a 6 de setembro de 2024
A realizar-se no Instituto Universitário Militar em Pedrouços (IUM).
Inscrições até 30 de junho de 2024.
1 a 6 de setembro de 2024
A realizar-se no Instituto Universitário Militar em Pedrouços (IUM).
Inscrições até 30 de junho de 2024.
No âmbito do trabalho anteriormente desenvolvido com o Observatório do Ensino da História na Europa, vimos por este meio solicitar a vossa colaboração para o preenchimento do inquério abaixo indicado, com o objetivo de se elaborar o Relatório Temático Crises económicas no ensino da História.
A vossa colaboração é de extrema importância para uma melhor compreensão sobre as Crises económicas no ensino da História, nos diferentes países da Europa. As sugestões e contribuições permitirão uma reflexão crítica através das vossas experiências, necessidades e práticas, sobre a temática.
O inquérito está disponível até 3 de junho de 2024.
A Direção-Geral da Educação dinamiza, em coorganização com o Mémorial de la Shoah, o Seminário Internacional sobre a Memória e o Ensino do Holocausto, no contexto do qual se realiza um curso de formação para professores de todos os grupos de recrutamento, de 15 horas, intitulado “Holocausto: Memória, Educação e Cidadania”, nos dias 2, 3 e 4 de maio de 2024, no Pequeno Auditório do Centro de Congressos de Aveiro.
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A Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril apresenta esta sexta-feira, dia 19 de abril, na Fundação Calouste Gulbenkian (auditório 2), o estudo «Os portugueses e o 25 de Abril». O evento, de entrada livre, decorre entre as 15h e as 17h30 e conta com a intervenção do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
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Remetemos, abaixo, ligações para publicações recentes do CNE:
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Disponibilizamos aos nossos sócios um levantamento abrangente de manuais escolares de História, editados em Portugal entre os anos de 1782 e de 2017.
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Gostaria de criar um ambiente de aprendizagem inclusivo que atenda às diversas necessidades de todos os alunos? Está preocupado com a politização destas questões e gostaria de orientação? Quer seja um educador experiente ou esteja a iniciar-se na profissão, o nosso próximo webinar, “Compreendendo a Inclusão na Educação”, oferece orientações e estratégias práticas que o podem ajudar a melhorar os seus métodos de ensino.
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13 de março de 2024, 18h30
EDHILAB
A EuroClio e os parceiros da EuroClio na Academia de Professores Erasmus+ SENSEI: Educação Escolar para Inclusão Sustentável e Equitativa, na qual a Associação de Professores de História (APH) participa (https://education.ec.europa.eu/news/16-new-erasmus-teacher-academies-to-promote-excellence-in-teacher-education-in-europe), procuram práticas de ensino centradas na educação inclusiva.
As práticas recebidas servirão de base para o curso de Formação Inicial e para o curso híbrido de formação contínua, que pretendemos desenvolver no âmbito do projeto SENSEI, destinado a professores.
Neste projeto, lidaremos com a questão de como incluir todos os alunos no processo de ensino-aprendizagem, nomeadamente alunos com necessidades educativas especiais, incluindo alunos com dislexia, PHDA e outras dificuldades de aprendizagem, mas também alunos com alto desempenho; alunos de origem migrante; alunos de minorias nacionais, culturais ou religiosas; alunos de diferentes origens socioeconómicas, alunos membros de comunidades LGBTQI+ e alunas (com o foco na representação equitativa).
Nos termos dos Art.ºs 12º, 13º, 14º e 15º dos Estatutos da APH, convoco a Assembleia Geral da Associação de Professores de História para uma reunião ordinária a realizar na modalidade de videoconferência, no dia 23 de março de 2024, pelas 10 horas, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1. Aprovação do Relatório de Atividades de 2023
2. Aprovação do Relatório de Contas de 2023
3. Aprovação do Orçamento para 2024
Seminário
17 de fevereiro de 2024
10:00 às 13:00
Av. de Berna e online
É já no próximo dia 3 de Fevereiro (sábado), pelas 18h00, que o Velho Cavalinho Taberna Medieval, em Castro Marim, inaugura o novo ciclo “Livros na Taberna (encontros com a História)”. A primeira sessão está a cargo do historiador algarvio Fernando Pessanha, através da apresentação de VRSA: cartografia de uma vila régia artilhada contra Ayamonte.
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“A guerra colonial dos programas é uma passagem. No nono ano, se é abordada, é muito de passagem. Fala-se que houve uma guerra colonial, mas não se entra em pormenores”, aponta presidente de Associação de Professores de História.
Mais informaçõesOs manuais portugueses continuam a apresentar os descobrimentos em tom epopeico, que atingiu o auge no Estado Novo, mas agora assumem a escravatura como uma página negra da história de Portugal. Já a guerra colonial é apenas “uma passagem”. Uma conversa com Miguel Monteiro de Barros, presidente da Associação de Professores de História (APH).
Mais informaçõesO presidente da Associação de Professores de História (APH) notou que a guerra colonial é apenas “uma passagem” nos programas da disciplina de história em Portugal, talvez porque “ainda não passou o tempo suficiente”.
Mais informaçõesOs manuais portugueses continuam a apresentar os descobrimentos em tom epopeico, que atingiu o auge no Estado Novo, mas agora assumem a escravatura como uma página negra da história de Portugal, segundo o presidente da Associação de Professores de História.
Mais informaçõesA necessidade de realizar alterações ao sistema curricular prende-se com o que Miguel Monteiro de Barros chama de «manualização do ensino», ou seja, o facto de «as escolas começarem a considerar,não os programas como documento regulador das aprendizagens, mas os manuais». «Os manuais tornam-se programa», explicita. Esta prática está, segundo o responsável, na origem do curriculum overload [sobrecarga dos currículos], já que é resultado de um constante enriquecimento dos manuais escolares com recursos e conteúdos, feito pelas editoras para ganhar vantagens competitivas. «Como o mercado é livre em Portugal e há competição, eles vão introduzindo mais coisas, mais conteúdos, mais uma coisa aqui, outra ali para serem mais atrativos», explica o responsável que também é autor de manuais escolares. «Às tantas temos situações em que, dez anos depois, os professores nem sequer se lembram do que é realmente o programa.» Mas, se assim é, não deviam as AE ser mais específicas e restritivas, para limitar esse problema? «Considerou-se que tinham de ser um pouco abrangentes para poder caber um todo. Depois percebemos que quando as pessoas vão elaborar os manuais… se calhar isso tinha de ser muito mais clarificado. Mas muitos outros temas têm de ser muito mais clarificados», assume Marta Torres, docente de História, autora de manuais e membro do grupo de trabalho que elaborou as AE. É que a interpretação da matéria está sempre dependente dos autores dos manuais que têm «autonomia sobre a forma como as temáticas são abordadas», sendo os manuais posteriormente «certificados e avaliados por entidades independentes», conforme referido por Hélder Pais, da DGE. Seja como for, as mudanças que foram feitas são um fraco remédio para um problema que Miguel Monteiro de Barros e Marta Torres consideram ser mais complexo. «Para isso mudar radicalmente, tem de ser algo estrutural e nem sempre é em dois, três ou quatro anos. Aliás, as AE são de 2018. Houve uma resistência imensa e às vezes ainda há pessoas que ainda lecionam com [as antigas] MC», diz a docente. Além disso, o que é ensinado em sala de aula depende, em última instância do(a) professor(a), dos seus métodos de ensino, e da sua interpretação das AE. Este é um aspeto muito sublinhado pelos responsáveis que referem,assim, que cada docente pode sempre mencionar e aprofundar outros aspetos que considere relevantes.
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A APH - Associação de Professores de História é uma associação científico‑pedagógica de professores de História de todos os ciclos e graus de ensino.
(+351) 964 952 357
(chamada para rede móvel nacional)